(N) Your Complimentary Illustrations of Finnegans Wake Courtesy of Sergio Medeiros

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 before the bookflood or after her ebb …

My drawings – one for each page of James Joyce’s novel Finnegans Wake – try to rescue the Irish writer’s petroglyphs and hieroglyphs, that is, that language that I really appreciate and that would be semi-hidden in this work, barely appearing among its infinite letters.

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        I read the novel again as if each page was a fragment of a codex from ancient Irish literature. In fact, not only that, but also a codex of Amerindian literature, which is, as we know, full of strokes, figures and colors (I refer in particular to Mesoamerican texts). In this sense, the lines, signs and images that I suggest in my visual version of the novel could only be partially defined as an “unthinking language”, to use an expression that appears, in another context, in Finnegans Wake. 

[Complete Text Provided via download]


 before the bookflood or after her ebb …

      Meus desenhos – um para cada página do romance Finnegans Wake de James Joyce – tentam resgatar os petróglifos e os hieróglifos do escritor irlandês, ou seja, aquela linguagem que muito aprecio e que estaria semioculta nessa obra, mal aparecendo entre as suas infinitas letras. 

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        Reli o romance como se cada página dele fosse o fragmento de um códice da literatura irlandesa antiga. Na verdade, não apenas isso, mas também um códice da literatura ameríndia, que está, como se sabe, repleta de traços, figuras e cores (refiro-me em especial aos textos mesoamericanos). Nesse sentido, os traços, os sinais e as imagens que sugiro na minha versão visual do romance só parcialmente poderiam ser definidos como uma “língua impensada”, para usar uma expressão que aparece, em outro contexto, no romance.




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